quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

Em sala de 'aula'

Eu penso nela todo dia, mas ela pensa no que? Música, literatura, no gosto de despreocupação daquela primeira cerveja que se toma na sexta-feira? Não, este sou eu que não sou audaz o suficiente para se interessar por mim mesmo (aqui confesso que por causa de minha carranca e falta de jeito com as mulheres preferi não perguntar, opto por apenas divagar). Tem fama de ser dedicada aos livros, de que nutre antipatia por aqueles que levam a vida a esmo, diletante, despreocupada, inconstante, bon vivant. Certamente, foi por esse seu jeito e por suas curvas (um pouco suntuosas confesso) que me apaixonei (aqueles que possuem como ‘musas’ as modelos magérrimas e sem alma do horário nobre seriam incapazes de perceber sua beleza, brasileira). Bom, as considerações do mestre ainda não terminaram só que minhas notações a respeito de seu ‘ensinamento’ ficam por aqui. Espero que não se prolongue muito, pois a garganta tem preferência.

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