Eu penso nela todo dia, mas ela pensa no que? Música, literatura, no gosto de despreocupação daquela primeira cerveja que se toma na sexta-feira? Não, este sou eu que não sou audaz o suficiente para se interessar por mim mesmo (aqui confesso que por causa de minha carranca e falta de jeito com as mulheres preferi não perguntar, opto por apenas divagar). Tem fama de ser dedicada aos livros, de que nutre antipatia por aqueles que levam a vida a esmo, diletante, despreocupada, inconstante, bon vivant. Certamente, foi por esse seu jeito e por suas curvas (um pouco suntuosas confesso) que me apaixonei (aqueles que possuem como ‘musas’ as modelos magérrimas e sem alma do horário nobre seriam incapazes de perceber sua beleza, brasileira). Bom, as considerações do mestre ainda não terminaram só que minhas notações a respeito de seu ‘ensinamento’ ficam por aqui. Espero que não se prolongue muito, pois a garganta tem preferência.
quarta-feira, 17 de dezembro de 2008
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