Quando eu morrer celebrem. Não quero que o dia de meu encontro e prestação de contas para com Ele seja lembrado como funesto, mas que seja sim motivo de grande festa. Durante o ‘festório’ quero que sejam distribuídos docinhos, salgadinhos, bolo e refrigerante para as crianças, aos velhos amigos cerveja e cachaça. Escrevo isto ainda jovem, na flor da melhor idade (duas mil idéias e pensamentos me ocorrem e socorrem a todo o momento). Se quando eu estiver à terceira mudar de idéia lembrem-se de que esta veio primeira, portanto, é a verdadeira.
segunda-feira, 22 de dezembro de 2008
Ao respeitável público
Essa é uma carta que escrevo a todo o serviço de atendimento público, estes que funcionam semelhantes a uma latrina: amontoa-se a merda e depois se tapa o buraco. Particularmente não vejo sentido em requerer os documentos da 1ª via para que se possa retirar a segunda, já que tudo foi previamente registrado. Isso sem contar que as taxas cobradas são realmente abusivas, pagar pra que lhe seja prestado o serviço de atendimento ao cidadão? É estamos mesmo indo de mal a pior. Sinceramente, espero que com o passar do tempo tais instituições sejam extintas, pois nenhum de nós é um amontoado e papel e muito menos algum daqueles números neles escrito.
quarta-feira, 17 de dezembro de 2008
Em sala de 'aula'
Eu penso nela todo dia, mas ela pensa no que? Música, literatura, no gosto de despreocupação daquela primeira cerveja que se toma na sexta-feira? Não, este sou eu que não sou audaz o suficiente para se interessar por mim mesmo (aqui confesso que por causa de minha carranca e falta de jeito com as mulheres preferi não perguntar, opto por apenas divagar). Tem fama de ser dedicada aos livros, de que nutre antipatia por aqueles que levam a vida a esmo, diletante, despreocupada, inconstante, bon vivant. Certamente, foi por esse seu jeito e por suas curvas (um pouco suntuosas confesso) que me apaixonei (aqueles que possuem como ‘musas’ as modelos magérrimas e sem alma do horário nobre seriam incapazes de perceber sua beleza, brasileira). Bom, as considerações do mestre ainda não terminaram só que minhas notações a respeito de seu ‘ensinamento’ ficam por aqui. Espero que não se prolongue muito, pois a garganta tem preferência.
quarta-feira, 17 dezembro de 2008
Não temos dinheiro, casa, comida ou trabalho. E é por isso que eu não sei até quando isso dura, a vida dura onde sabemos que amanhã será pior que hoje e que temos saudades de ontem.
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